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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Drogas e amores




Amar é como uma droga. No princípio vem a sensação de euforia, de total entrega. Depois, no dia seguinte, tu queres mais. Ainda não te viciaste, mas gostaste da sensação e achas que podes mantê-la sobre controlo. Pensas durante dois minutos nela e esqueces por três horas. Mas aos poucos, acostumas-te com aquela pessoa, e passas a depender completamente dela. Então pensas por três horas e esqueces por dois minutos. Se ela não está por perto, experimentas as mesmas sensações que os viciados têm quando não conseguem arranjar droga. Nesse momento, assim como os viciados roubam e se humilham para conseguir o que precisam, tu estás disposto a fazer qualquer coisa pela droga, pelo vicio, pelo amor.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Segue o que sentes


Sempre o mesmo, mas que raio será o amor?!
Para evocar o amor já se erigiram monumentos, se escreveram poemas, se pintaram quadros e se compuseram músicas.
E no fim, será o amor sermos fracos? será ter medo que haja um fim?!?! Será que inibria e consegue envolver-nos num turbilhão de emoções que nem sempre deixa intacta a nossa capacidade de raciocínio?!?!
Por outro lado, uma relação sobrevive se o outro é comparado com o exterior e nessa comparação volta a ser o escolhido.
de que é que precisas?



P.S: Esta coisa do amor é fudidamente grande, que chega a ultrapassar a cambada do ozono.
Pois é...

Rikardo

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O padrão do amor



Quando amamos alguém, há um padrão na forma como nos junta-mos a essa pessoa, pode-mos ate nem nos aperceber, mas os nossos corpos estão coreografados, um toque na anca, uma festa nos cabelos, um beijo rápido, um intervalo e outro mais longo, a mão dele a deslizar por deaixo da camisola, é uma rotina, mas não no centido aborrecido da palavra. É apenas a maneira que aprendemos para nos adaptarmos, é por isso que quando estamos há muito tempo com a mesma pessoas os nossos dentes deixam de chocar quando nos beijamos, não batemos com os narizes nem com os cotovelos.
Quando eles começavam a beijar-se ele inclinava-se para ela como se não visse mais nada no mundo, hipnotismo? Talvez, passado um bocado ela também estava assim, depois beijava-a tão devagar que não sentia a pressão da boca, ate ser ela a encostar-se a ele para pedir mais, ia descendo ao longo do corpo dela, da boca para a missão de busca e salvamento, abaixo da cintura das suas calças de ganga, ao todo demorava 10 minutos ate tirar um preservativo da carteira.

Eva Ramos

terça-feira, 9 de março de 2010

Um amor



Em tempos já fui um estudante, vadio ou estudioso , talentoso ou estúpido bem pouco importa, a verdade é que sempre fui diferente dos demais, sempre consegui ver a virgindade da alma numa prostituta, há flores sem perfume e perfume sem flores. Sempre ví tudo de modo diferente, para alguns uma cidade é apenas uma cidade, para mim as cidades são sítios sombrios onde a poluição faz formas abstractas no céu que já ameaça escurecer, as calçadas, ho as calçadas do inferno são muito melhores, antigamente era o Diabo que corria atrás dos homens hoje são eles que correm pelo Diabo!

Bem mas no fundo há dias que não me acho mais nem menos diferente, sou apenas um homem vulgar, com pensamentos vulgares e vivo uma vida vulgar, não há monumentos dedicados a mim, nem livros que mostrem a minha fotografia e em breve o meu nome será esquecido, mas amei honestamente, é o que me basta para aguardar a morte com um sorriso, sentado numa cadeira de baloiço e ver-me apodrecer sozinho num lar de terceira idade.

Amei e so Deus sabe como eu amei aquela mulher, foi ela que me ensinou os modos de dar prazer , os locais a beijar e onde tocar, onde demorar-me e as coisas a sussurrar . Foi o meu sonho durante muito tempo, fez-me quem era e tela nos braços era a coisa mais natural para mim que o bater do meu coração, e retomava a respiração e começava de novo mergulhado num mar de fortes sentimentos!
Mas um dia teve de acabar, a razão porque doeu tanto era porque a amava, quando esperava a sua ultima palavra, foi como o luar me gelasse, senti a minha mão a estremecer, que som abafado seria aquele ao longe? Mil vozes que rebentavam do abismo, ardentes de raiva e blasfémia! Das montanhas e dos vales da terra, das noites de amor e das noites de agonia, dos leitos do noivado aos túmulos da morte. E as estrelas fugiam chorando, derramando suas lágrimas de fogo.
O amor é um concerto que que só eu percebia, combinava o cantar do rouxinol com o trinitar do corvo e o uivo da fera nocturna!

Rikardo Ramos adaptação!