
Não gosto do obvio, nem muito menos de pessoas obvias. Prefiro o suspense, misterio, enigma.
Não gosto da claridade nem da escuridao, perfiro a penumbra.
Não sei porque sou assim, mas quando me tento entender, movo-me em intervalos de silencio, paro nas portagens da lembrança e mergulho nas aguas mais profundas da minha infacia, talvez o único tempo da minha vida onde pude gritar de alegria, talvez o único tempo onde pude ter um sorriso desde o acordar ao adormcer, talvez o único tempo onde via o mundo em contrastes,o azul do céu, o verde dos campos, e o amarelo do sol, agora so vejo o mundo a preto e branco, talvez o único tempo, talvez, talvez um ultimo suspiro de vida.
È no embolar destas palavras que nos entende-mos, qual é a graça de ser adulto?
Prefiro adormecer e nunca mais acordar, adormecer e sonhar com o Peter Pan e sorrir mesmo mesmo quando era suposto estar triste, porque todos nós merece-mos ser eternos!
Mas enquanto a ultima hora não chega, brinco a chamar as estrelas pelo nome.
Será que deixarei saudade? O que levarei comigo?
A recordaçao daquele que um dia ousou sorri ao mundo, mas o mundo não lhe retribuiu o sorriso.
Rikardo